
Helder pede que pelo menos 500 policiais cheguem, em caráter de urgência, e permaneçam por pelo menos seis meses no Pará.
Em sua conta no Facebook, o delegado Eder Mauro, deputado federal pelo Pará, disse que esteve com o presidente, Jair Bolsonaro, nesta sexta-feira (4), para que o pedido seja atendido o mais breve possível. "O Pará está mais violento que o Rio de Janeiro, proporcionalmente", disse o parlamentar.
Helder Barbalho também teria conversado por telefone com Moro para reafirmar o pedido. O presidente teria, inclusive, prometido uma análise atenciosa à solicitação.
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Meu comentário: O governador Helder Barbalho bateu pesado no seu antecessor Simão Jatene, na campanha eleitoral, de modo especial na questão da violência que tomou conta do Estado do Pará. A própria Polícia Militar teve em 2018 um número de baixas enormes por conta de assassinatos de PMs. E Helder precisa dar uma satisfação para quem acreditou em sua proposta de governo, e logo.
Jatene entregou o Estado em frangalhos, quando o assunto é a segurança pública. Sem um projeto para enfrentar a crise, a situação só foi piorando.
Ser policial militar no Pará virou profissão de alto risco. Principalmente se for em Belém e em Ananindeua. E não adianta lenga-lenga de que é preciso atacar as causas sociais que aumentam os índices de violência, porque isso todo mundo sabe, e deve cobrar direto dos governos, mas, ao mesmo tempo urge mostrar para a bandidagem que o Estado existe e que está aí para proteger o cidadão que paga impostos pesados, e que tem medo até de sair de casa.
Simão Jatene vangloriava-se das contas do Estado estarem saneadas, o que é muito bom, mas, não dá para viver o tempo todo com medo por conta de uma violência que o Estado não consegue combater.
Se conseguir baixar os números atuais que são assustadores, transformando o Estado num lugar muito mais seguro para se viver, Helder já terá conseguido um feito e tanto. Se não conseguir, de pouco valerá que mostre outras conquistas de seu governo.
Jota Parente
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